Curso de Medicina realiza trote solidário com doação de sangue

 
Calouros na frente do Hemopa antes da doação de sangue

Trinta calouros do curso de Medicina, vinculados ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) da Universidade do Estado do Pará (Uepa), participaram do Trote Solidário na manhã desta quarta-feira, 28, com doação de sangue na Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia do Pará (Hemopa), em Belém.

A programação teve início com um café da manhã na cantina do Centro, oferecido pela coordenação de Medicina, seguida de um bate-papo sobre a importância da doação para o reabastecimento do banco de sangue do Estado do Pará. Além disso, nas boas vindas dadas pela coordenação do curso e direção do Centro, os novos discentes tiveram uma apresentação sobre o funcionamento do campus e a estrutura disponível, antes de o micro-ônibus levá-los ao Hemopa.

Segundo a coordenadora do curso de Medicina, Ana Virgínia Soares, “o trote solidário dos discentes que estão ingressando na Uepa é muito importante para dar a sensação de pertencimento com a instituição, além de proporcionar um acolhimento por parte do curso como um todo e assim demonstrar para os alunos que estamos à disposição para oferecer o melhor para eles”, comentou.
 

A veterana e presidente do Centro Acadêmico de Medicina José Arrais (Camja), Melyna Aguiar, é também uma das responsáveis pela organização do trote solidário. Ela conta que o intuito da ação é acolher os calouros e ensinar desde o início do curso a importância da responsabilidade social. “A gente estimula o aluno a doar, mas a partir da doação eles irão contar para os pais o quanto foi legal doar, o quanto é importante doar. Cada doação, cada bolsa de sangue pode salvar cerca de três a quatro vidas. Hoje nós trouxemos cerca de 30 doadores, então mais de cem vidas poderão ser salvas”, disse.

Para caloura de Medicina, nascida na cidade de Breves, no Marajó, Maria Rita Gonçalves, o trote solidário com a doação de sangue se configura como um momento de responsabilidade social, onde os discentes realizam um ato cidadão que pode salvar a vida de alguém. “É a primeira vez que eu estou doando, mas como não moro em Belém, nunca tive a oportunidade de doar. O momento do trote solidário foi o empurrão que eu precisava para cumprir meu papel como cidadã, portanto, acredito que todos que possam fazer a doação devem vir, pois esse pequeno ato irá salvar vidas”, ponderou.

Texto e fotos: Daniel Leite Jr e Rebeca Costa (Ascom Uepa)